Alguém lembra de uma música do Raimundos (da época que era bom) em que tinha uma parte onde se dizia “fiz força no banheiro pra cagar, peidei e no melhor da festa fui peidar, caguei”?
Esse artigo é a minha resposta ao Meme que o Phil do Dados Limpos me convidou, o “Falhas Críticas (do mestre) em campanha”.
Caramba, fiz mais “cagada” mestrando do que jogando, mas a minha Falha Crítica favorita e mais memorável foi uma em que eu mestrava E jogava ao mesmo tempo:
Meu irmão e eu estávamos iniciando nossos passos no AD&D, era nosso primeiro contato com os livros que peguei emprestado com um colega que já nem tenho muito contato mais, mas calma, calma, eu devolvi os livros antes dizer a última frase “vamo marcá de encontrar” (a história de como ele “conseguiu” esses livros merece até um outro post!).
Enfim, meu irmão e eu fizemos um elfo arqueiro e um humano guerreiro respectivamente, e fomos a um deserto para uma “ação com dados de teste”, contra um monstro que era uma espécie de tubarão terrestre, com carapaça de pedra duríssima, mas vulnerável no pescoço, como pudemos perceber depois de algum teste que não me lembro mais. Não me lembro o nome do monstro, se alguém souber, comenta ae!
Como nós dois não conhecíamos o bem sistema ainda, imaginamos que os “8 dados de vida” do monstro significavam apenas 8 PONTOS DE VIDA e que sua CA 16 no corpo e CA 18 no pescoço (chutando) significava que com um lance maior de 4 no D20 acertávamos o camarada. Já que tínhamos TAC0 por volta de 13 e nossas armas davam cerca de 1d8 de dano, não era para ter sido tão difícil derrotá-lo, já que levamos pouco mais de 20 rodadas para vencermos.
Estranho a dificuldade de vencê-lo seguindo esses dados que informei, não? Pois é.. na época a gente não fazia a mínima idéia do que estava acontecendo e como EU era quem “controlava o monstro”, deixei o jogo rolar já que os 8 PONTOS DE VIDA foram findados em 1 rodada e a partida estava fantástica com uma boa estratégia de batalha que fiz para o monstro, onde ele cavava buracos na terra rapidamente e “nadava” no subsolo como um tubarão, nos atacando de surpresa com magníficos saltos vindo do chão e se esquivanto fantásticamente.
A grande cagada foi ter interpretado as regras de TAC0, CA e, principalmente o lance com os 8 DADOS DE VIDA de uma forma totalmente errada, mas valeu muito a pena, já que me virei bem mestrando e nos divertimos com o Tubarão Terrestre!
Alguns dias depois de entendemos as regras, fizemos outra batalha teste, com o mesmo monstrão e os mesmos personagens: ele simplesmente nos destruiu com uma facilidade aterradora! Acho que era um monstro ND5… =P




hauhauhauhua esse tipo de interpretação errônea em começo de jogo também diverte…
Ah! E o nome do Monstro é Bullete senão me engano, que por si só já é bem engraçado…
Qué bullete?!?
esse mesmo phil! seu nerd maluco!
na verdade eu até lembrei, mas eu estava escrevendo errado e não encontrei referências que confirmassem =P
Bullete.. aprece uma dessas músicas de funk (eu disse “música”?!)
Só posso repetir novamente…
Qué Bullete!?!
Mais alguém não fazia idéia de como rolar um d100?
Demorei um tempão até me tocar…
Cara, é o bullete mesmo, o tubarão de pedra!
esse era meu mosntro preferido pra conjurar com monster summoning. Adorava, até coloquei ele num jogo de gurps
hahahahaha
tsu é doido memso!
caras, o tubarão foi o mostro que mais me enlouquecia na época.. acho q foi por isso q o usei, heuheueh
Saudações! Estou iniciando um blog dedicado exclusivamente ao D&D, mais precisamente à sua quarta edição. Gostaria de convidá-los a visitá-lo e, se gostarem do conteúdo, retornarem com freqüência e, se REALMENTE gostarem do conteúdo, me ajudarem a divulgá-lo, me dando um cantinho no seu menu lateral com o link. Lembrem-se: eu poderia estar matando, eu poderia estar pilhando. Mas não, eu estou aqui humildemente fazendo uma jogada de diplomacia pedindo espaço!
Desde já agradeço!
Mulherada, qué bullete???
(Vi isso em um DVD no meio da rua a um tempo atrás. O “cantor” rebolava e girava as mãos em cima da cabeça, achei que deveria ter usado heroína, para tomar tal atitude).