Arquivo para Fevereiro, 2009

27
Fev
09

A morte do Anão Fänbeer

O Anão Fänbeer era um dos melhores alunos do Grande Mestre Cervejeiro Anão Báffûr, famoso pela espuma da cerveja que produzia, branca como a neve dos picos das Montanhas do Norte, lugar onde nasceu.

Fänbeer era feliz no trabalho de produção da bebida, embora seu sonho fosse ser degustador das cervejas, que tanto adorava.

Certa vez, trabalhando durante o turno da noite na produção da bebida, ele desequilibrou e caiu dentro do enorme tonel de cerveja.

Pela manhã, o mestre cervejeiro Báffûr não encontrou seu aluno, mas percebeu que o chão estava todo molhado. Ele então chamou o melhor rastreador da montanha, temendo o pior.

Após algum tempo escolhendo 20, o rastreador chegou a uma conclusão e noticiou:

- É com profundo sofrimento que informo que nosso irmão Fänbeer se desequilibrou, caiu no tonel de cerveja e morreu afogado.

O Mestre cervejeiro Báffûr ficou perplexo e com uma voz triste disse:
- Pelas barbas de Moradin, será que o pobre Fänbeer sofreu?

O rastreador então responde:
- Acredito que não, pois segundo os rastros, pistas e poças douradas espalhadas pelo chão da sala, ele chegou a sair três vezes do tonel para mijar!

18
Fev
09

Estatísticas vs Interpretação | E as putaquipariedades aleatórias do que interessa

Eu já quero começar aqui deixando claro que eu gosto muito de regras, tabelas, números, estatísticas, probabilidades, chances de erro, chances de acerto, resultados randômicos e todo o assunto que envolve “como criar uma personagem foda e combada anti-terrorismo megaboga modafoca usando todas as vantagens oferecidas por raças, classes e putaquipariedades”, mas o que interessa aqui não é perfumaria não, não é lacinho +5 na cabeça coisíssima nenhuma não senhor, madame sim senhora!

Eu estou falando da grande questão que o Patriqu¢, da Casa dos Lordes colocou sobre a mesa de rpg: Interpretar ou não interpretar?

Eu quero saber é de bater a cabeça na pedra, é arrancar a clava do ogro com os dentes, é se barbear raspando a cara na sola do pé, eu quero falar aqui é de assunto de gente grande, eu tô falando é do que interessa na porra do RPG, ô rapá criado na casa de vovó.

This is RPG Sparta!!!

This is RPG Sparta!!!

INTERPRETAÇÃO DE VERDADE VERDADEIRA DO ROLEPLAYING GAME

Você fez um grande guerreiro do norte, ele é forte, poderoso, ágil, não usa armadura e confia apenas em sua tanguinha peluda e sua clava negra, mas segundo as regras, tabelas e estatísticas, dificilmente você será tão belo, tão sábio ou tão sociável.

Isso porque essas regras, utilizadas pelo seu sistema preferido (e que, cá entre nós, é o MELHOR SISTEMA DE RPG DO MUNDO EM TODOS OS DIAS DO UNIVERSO!!!!!!), não permitirão que você tenha valores máximos em todos os atributos, perícias, talentos e vátománunomedoconossoquefor.

O grande barato deste cara, agora doravante COMAN, é que ele tem defeitos, como você, agora doravante TEXUGO, que não tem todos os pontos em “Aparência” e é feio de doer, mas é um cara bacana e legal, o que justifica seus pontos (ainda que pareçam apelões) de “Carisma”, além de ter pontos medianos de “Inteligênicia e Sabedoria” e que por isso gosta e joga RPG.

É claro que algum treino e alguma sorte, podem ajudá-lo também no atributo “Força Física” e como seus bíceps podem ser mais protuberantes que os meus, eu lhe digo que gosto de você pra caramba, te considero pacas, bródi.

Mas voltando ao que interessa, o COMAN merece mais atenção do que você, pois ele é uma personagem de RPG com grande potencial, basta você, TEXUGO, usar um pouco do “músculo” localizado no interior de seu crânio e desenvolver uma personalidade marcante para que seu querido COMAN deixe de ser mais uma comum personalidade misturável dentre tantas outras Personagens, agora doravantes PC, que merecem carinho, atenção e algumas linhas escritas que concedem ao TEXUGO e ao DM algumas dicas e lembretes de como deverá interpretar cada transeunte.

SEMPRE e não vez ou outra que o TEXUGO estiver no papel de PC, ele deverá se comportar como o PC se comportaria em determinada situação.

Caso seu PC tenha tanta força como nosso amigo COMAN, não há nada de mal em utilizar recursos de Interpretação (o RP do RPG) para resolver algumas Jogadas (o G do RPG) através de alguma saliva, como no exemplo a seguir:

DM: Depois da explosão causada pelo impacto contra a parece da Bola de Fogo conjurada acidentalmente pelo Feiticeiro Kobold, parte do teto desaba, bloqueando a única entrada e saída desta sala. A parede também não aguenta o impacto e de um pequeno buraco começa a sair uma água turva e a sala começa a ficar alagada.

TEXUGO: Eu corro rapidamente em direção a porta e começo a retirar os escombros, para que a água não afogue o Kobold.

COMAN: Maldito seja, Kobold, está usando aquela maldita erva novamente? Veja o que pode fazer para me ajudar antes que essa sala vire um lago submerso!

Neste caso, o DM poderá não utilizar testes de força para ver se COMAN consegue ou não retirar as pedras do caminho, afinal, ele é muito forte e o Feiticeiro poderia ajudá-lo com uma eventual “Força de Touro”.

Um outro exemplo que é legal de discutir, foi o que ocorreu com o Alexandre Nordestinus, citado em seu blog Zona Neutra:

Na ficha, ele eh um cara que não tem o menor conhecimento de perícias sociais… Mas o jogador interpretou perfeitamente…

Neste caso, EU aprovaria a interpretação DESTA ÚNICA VEZ, só para não quebrar o clima do jogo, pois o jogador fez uma boa interpretação e não seria “inteligente” puní-lo por interpretar.

Entretanto, após o jogo, sentaria com ele e conversaríamos sobre o ocorrido, para que ele interpretasse sim sua personagem, mas de forma que as estatísticas de sua ficha o permitissem.

Posteriormente, é importante uma conversa entre TODOS os jogadores da mesa, para que o ocorrido seja exclarecido, assim todos poderiam se interessar mais pela interpretaão de sua personagem e até criar futuras personagens que eles tivessem maior afinidade e facilidade para interpretar.

É claro que, dependendo da ocasião, não seria possível tal “permissão” do DM. A explicação/exemplo do Mestre Meyer foi perfeita, vejam só:

- Jogador chega com seu mega OGRO de QI 7 e fala para o taberneiro em sua interpretação
“Caro taberneiro, considero-te praticamente o avatar do leviano porém amado deus do vinho, tens como me ceder gentilmente em troca dessas poucas peças de cobre, uma recuperante e bem vinda taça de hidromel?”

Por mais que o jogador tenha se esforçado… e até o mestre ficar interessado pela interpretação… eu perguntaria… vc tem Trato Social ? ele responderia… não… entao eu pediria o pré-definido.. e caso o resultado tivesse sido ruim… eu teria falado ao jogador..

“Vc chega… bate no balcão grune algumas coisas inteligíveis para o taberneiro… joga as moedas na frente dele e grita algo como – HIDROMEL MI DÁ !!!”

Deicide citou também uma ocasião com uma categoria só:

Afinal, se o personagem for ruim em briga, mas o jogador descrever um golpe nos mínimos detalhes, você deixa ele derrotar o adversário ou manda ele jogar os dados?

Assim, temos duas situações diferentes, uma social e outra física, onde a interpretação foi boa, mas os números não estiveram a favor dos PC’s.

No final, existem algumas dicas para os DM’s, que deverão contar com uma sutil “sensibilidade” no momento da ação, além da maturidade e receptividade dos demais TEXUGOS, que provavelmente devem gostar de assistir boas interpretações, até como motivação para eles, mas devem usá-la com sabedoria e respeito aos números de sua ficha.

Os números estão lá para ajudar e orientar DM’s e TEXUGOS, afinal, o fato é simples, não teria graça você jogar com o todo poderoso senhor supremo do universo que resolve tudo em uma simples rolagem de dados, tAs reão pouco usar sua lábia de político para resolver todos os problemas do mundo. As regras do jogo perderiam o sentido, sem falar na diversão dos demais jogadores da mesa, que vai pra cucuia.

17
Fev
09

Como recuperar HP’s e evitar fadigas desnecessárias

Dor nas costas tem sido um problema cada vez mais frequente entre os guerreiros, paladinos e demais usuários de armaduras pesadas. Segundo o clérigo ortopedista e traumatologista Sir. Bentho Denzelwashington, as dores nas costas se constituem no principal motivo de suas consultas e pedidos de cura feitas a eles, seu tempo e demais membros de sua ordem. E pelos mais diversos motivos. “Os fatores de risco mais relevantes das lombalgias e dorsalgias são sobrecarga ou esforço físico adicional com armaduras pesadas e tralha nas mochilas, posturas incorretas principalmente na hora de dormir (uma vez que ninguém tira a armadura nem em uma taverna), obesidade causada por litros de bebidas e kilos de carne mal-passada, sedentarismo de heróis velhos e ricos que já não se interessam mais em matar dragões, estresse causado por incansáveis pedidos de ajuda de reinos, vilas, belas donzelas e bafordas de dragão sem direito a teste de reflexos”, comentou o clérigo.

A posição ao deitar-se para dormir, o colchão e o travesseiro utilizados e principalmente o uso de quaisquer armaduras, escudos e armas abraçadas, também podem influenciar na saúde da coluna. “Em relação às posturas, são importantes os cuidados durante as atividades laborativas, como evitar longo período assumindo uma mesma posição ao preparar uma ação, e até mesmo durante o repouso com armaduras e demais tranqueiras. E durante o sono, em geral, o decúbito dorsal (deitar com a barriga voltada para cima) e lateral (para os lados esquerdo ou direito) são as melhores posturas. Além disso, heróis que apresentam dor nas costas devem evitar dormir com a barriga para baixo, principalmente depois de comer aquela costela de javali”, explicou.

Sobre o tipo de colchão mais indicado para dormir, Sir. Bentho Denzelwashington disse que o colchão semi-rígido é o mais adequado e que a densidade da palha ou plumas de aves deve variar com o peso do herói em questão. Já quem dorme de lado deve utilizar um travesseiro da altura do ombro. “Em decúbito dorsal, o travesseiro deve ser bem baixo, com exceção daqueles que possuem hipercifose (giba), ou seja, aumento pronunciado da concavidade da curva torácica, que necessitam travesseiros mais elevados”, esclareceu, “Procure estalagens que ofereçam este tipo de conforto” completou o clérigo.

Ou seja, nobre aventureiro blocker do grupo, não se esqueça de tirar sua armadura na hora de dormir, pois a fadiga causada no dia seguinte pode lhe custar alguns Hit Points preciosos.

Outra coisa, amigo defender, deixe de ser mão-de-taurino e compre uma mula para arregar sua bagagem, mochilas de fundo-infinito e sacos de dormir +5 para uma recuperação completa durante a noite e deixe seu amigo Band-aid curar os Hit’s que o mago-papel do grupo perder durante os ataques de oportunidade que ele leva ao tentar preparar magias.

16
Fev
09

Um Elfo chamado Obama

Nada a declarar…

via @baunilha

16
Fev
09

Nova Localidade Encontrada: Reino de Mãotania

Bem-vindos ao reino de Mãotania, berço de inúmeras doenças cutâneas e maior produtor de Mandrágoras do mundo. Uma nação onde a bebida local – uma mistura fermentada de alho curtido e algumas miudezas – deve ser evitada a todo custo e em que cada esquina promete uma surpresa, não necessariamente agradável.

Esse minúsculo país no Leste do Continente (ao norte de algum grande reino e próximo a algum pântano fedorento, no sentido do vento) tem atraído milhares de visitantes à força ou por acidente, na tentativa de consolidar uma tradição comercial à altura de seus imponentes charcos, laboratórios de alquimistas e áreas mágicas dominadas por criaturas criadas por Necromantes.

Para se aventurar por esse terreno literalmente pantanoso, torna-se indispensável a companhia de Clérigos ou Paladinos: Um país intocado pelos Deuses atuais, infestado por mortos-vivos, golens de carne, árvores podres e luzes misteriosas em meio a uma densa névoa acinzentada.

Nele, o intrépido aventureiro aprenderá a complexa cordialidade dos nativos, com seus gritos histéricos e atitudes agressivas, bem como os segredos e os bastidores do prêmio Inanimados Animados, que todos os anos agita a cidade com seus objetos (in)comuns que ganham vida própria, dançando e correndo por todas as ruas de terra. Conhecerá também um pouco da história local, desde a criação do cemitério pelo primeiro rei Feodor até o domínio nos Necromantes, passando por um breve período artístico encabeçado pela 10-Ordem dos Bardos, um grupo de artistas formados por 10 Bardos, que durou precisamente três semanas, a quase 300 anos.

Fruto da ira de algum Deus esquecido, este pequeno reino é uma divertida e tortuosa viagem à nação mais atrasada do mundo.


Mais um papiro dos Pergaminhos Negros do Edy.
Texto adaptado do livro “Molvânia” (ISBN: 9788535913316) e inspirado em uma professora de biologia, do 2º grau.

13
Fev
09

Formando ORCtetos para a vida

Coisas de Orcteto

Coisas de Orcteto

Relato de um Bardo Elfo, em um reino não muito distante:

Semana passada comprei um produto que custou 1po e 8pc.
Dei ao balconista ORC 11pp, pois eu não tinha nenhuma pc e preferi me livrar do peso de mais de 10 moedas de prata ao invés de apenas 2 outras moedas, receber troco com mais 2 e ficar com o mesmo peso na mochila.

O balconista ORC pegou o dinheiro e ficou olhando para a gaveta de moedas, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ele tinha que me dar 2pc de troco, pois cada 10pp equivalem a 1po e cada 1pp equivale a 10pc, mas o ORC não se convenceu e chamou o gerente Gnomo para ajudá-lo com a conta.
Enquanto o gerente Gnomo tentava explicar, o balconista ORC aparentemente continuava sem entender nada.

Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática no nosso reino nas últimas 5 décadas, que foi assim:

1. Ensino de matemática a 50 anos atrás:

Um ferreiro vende uma Espada Curta por 15po.
O custo de produção dessa Espada é igual a 3/5 do preço de venda.
Qual é o lucro, em po, pp e pc?

2. Ensino de matemática a 40 anos atrás:
Um ferreiro vende uma Espada Curta por 15po.
O custo de produção dessa Espada é igual a 3/5 do preço de venda ou seja, 9po.
Qual é o lucro, em po?

3. Ensino de matemática a 30 anos atrás:
Um ferreiro vende uma Espada Curta por 15po.
O custo de produção dessa Espada é 9po.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática a 20 anos atrás:
Um ferreiro vende uma Espada Curta por 15po.
O custo de produção dessa Espada é 9po.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )6po ( )10po ( )11po ( )3po ( )15po

5. Ensino de matemática a 10 anos atrás:
Um ferreiro vende uma Espada Curta por 15po.
O custo de produção dessa Espada é 9po.
O lucro é de 6po.
Está certo?
( )SIM ( )NÃO

6. Ensino de matemática nos dias de hoje:
Um ferreiro vende uma Espada Curta por 15po.
O custo de produção dessa Espada é 9po.
Se você souber ler coloque um ‘X’ no 6po.
( )6po ( )10po ( )11po ( )3po ( )15po


Qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência.

12
Fev
09

A história (resumidáça) dos RPGs (eletrônicos)

O título original é “A história dos RPGs”, publicada em um grande portal de tecnologia que vocês podem conferir no link ao final, mas eu realmente tive que mudá-lo.

É claro que a coisa vai beeeeeeeeeeeem maaaaaaaaais além disso, e acho que quem escreveu o artigo original nunca deve ter jogado rpg, pois saberia que não está correto isso ae, mas é um resuminho interessante com pequenos “marcos” em algumas épocas.

Mas se for para jogar RPG de verdade, por favor, que seja RPG de Mesa. É incomparável.

1975 – RPGs de texto, surgidos em grandes computadores, descreviam as situações como livros. O primeiro a fazer sucesso foi Dungeon.

1983 – Os RPGs digitais ganham gráficos mais elaborados, com cores. Ultima III, para computadores pessoais, se destacou e influenciou todos os RPGs que vieram depois.

1987 – Dungeon Master inaugura o conceito de inventários controlados pelo jogador, presente em quase todo RPG atual. Esses inventários ajudam a deixar o jogo equilibrado, limitando excessos.

1995 – Chrono Trigger, para o Super Nintendo, inaugurou a era dos RPGs milionários, com produção bem cuidada e história envolvente.

1997 – Fallout, para PC, marca o nascimento da ficção científica distópica nos RPGs

1997 – Primeiro RPG a usar filmes em computação gráfica, Final Fantasy VII, para PlayStation e PC, apresentou para muita gente o conceito de RPG e cativou pela história trágica.

1998 – O RPG entra definitivamente no mundo 3D com Zelda: Ocarina of Time, para o Nintendo 64

1999 – Everquest coloca o RPG online no mapa. Anos depois, com World of Warcraft, milhões de jogadores se renderiam ao fenômeno.

fonte.

12
Fev
09

25 coisas que eu aprendi com RPG

Sou mais uma vítima deste meme que esta me proporcionando bons momentos e boas risadas. Quem me convidou foi o Alexandre Nordestinus do blog Zona Neutra.

As regras são:
1. Apresente a pessoa que te convidou.
Já!

2. Coloque as regras em seu blog.
ok!

3. Escreva 25 coisas que você aprendeu jogando RPG.

um: Os 8 dados de vida do Bullete no AD&D não são 8hp;

dois: Seu guerreiro elfo de 18 de força, 18 de destreza e 18 de constituição que você JURA que saiu no dado (que ninguém viu), e que os modificadores raciais “não se aplicam” graças ao seu prelúdio, poderá sim, morrer para meu Hobgoblin desarmado em 3 rodadas de sua primeira batalha;

três: Em uma batalha, pense antes de atacar, ou meu Hobgoblin pode aparecer novamente;

d4: Um Gnomo com uma Adaga pode ser mais aterrorizante do que um enorme e bruto Meio-orc com uma Espada Bastarda;

Tinco: Elfo com muita destreza que maximiza “acrobacia” não morre nem se for jogado em um buraco sem fim;

666: This is SpartAAAAAAAAA!!!

se7e: Posso dizer “Fique com o troco, seu animal” sempre que alguém vier cobrar sua vingança;

53: Jogadores de vampiro NUNCA compram d10;

3³: Em D&D, Mago nvl 1 é papel;

io: Em D&D, Mago nvl 12 ainda é papel;

XI: Capadócios são foda, mas meu mestre não me deixa jogar com eles em A Máscara;

dOoze: Bulbassauro não tem PdF bom, mas sua F é “F” de “foda”;

13: As regras de qualquer sistema NUNCA são suficientes para o MEU jogo;

1A: As Regras da Casa comandam!

quinze: Se depois da troca de argumentos seu mestre falar “não” e você convencê-lo logo em seguida, desista de jogar com este personagem;

dez e 6: As namoradas, esposas e similares servem para você não passar um final de semana inteiro tentando salvar um mundo que não existe de verdade;

dez e 7: Tudo bem, tudo bem, seu mundo existe sim, claro, me desculpe, não sei o que deu em mim!

10 e oito: NUNCA confie totalmente nos números;

19: SEMPRE confie totalmente em uma boa interpretação;

Alberto: Cuidado com o homem de um braço só!

Black Jack: MMO, MMORPG, MMOG, CS, CSS, IOF, TPM e que outra sigla houver, pode ser RPG, basta interpretar;

22: Tavernas são os melhores lugares para se morar!

23: Na dúvida, vá para a taverna;

Elfos: Eu respeito quem consegue jogar D&D até o nvl 20 com o mesmo grupo e mesmos personagens!

vinte e cinco: O melhor sistema que existe é o e não se fala mais nisso!

4. Escolha 3 pessoas e coloque os links no final do artigo.
CF
Moreno
Lorde

5. Avise a pessoa que lhe convidou, deixando um comentário no blog original.
Yep!

6. Avise seus convidados que eles foram escolhidos.
Yes, sir!

11
Fev
09

Todo Grande Herói é um Grande Estilista?

Na empresa em que trabalho, tem um funcionário que é fã de quadrinhos, principalmente da Marvel e especialmente, de Super Heróis. Por causa disso, praticamente todos os dias a galera tem algo novo para ler e é claro, para criticar.

Uma destas críticas, também levanta uma questão curiosa: Afinal de contas, porque estes heróis SEMPRE usam roupas coladinhas e a maioria deles uma capa longa?

Rapidamente, podemos chegar a uma conclusão satisfatória: As roupas coladas são para não atrapalhar os movimentos e evitar que o vilão possa seguradar/agarradar/prendê-lo pela roupa, mas assim, a capa acabaria atrapalhando, o que nos leva a outra conclusão: A capa é um adorno, parte da perfumaria do Herói ou até uma manifestação dramática de sua personalidade.

E já que normalmente é o próprio Herói que planeja e produz sua fantasia carnavalesca seu uniforme, seu símbolo e seus adornos, é CLARO que todos eles fizeram ao menos um curso de Corte e Custura por correspondência e podem ser considerados Grandes Estilistas.

Saindo um pouco do Universo de Supers, penso logo em Conan, He-man ou Mogli, que provavelmente utilizaram de seus dotes artísticos para criar o design de suas tanguinhas peludas.

Agora cheguei onde eu queria: Onde foi que sua Personagem arrumou aquela roupa bacana, seu Manto de Invisibilidade doido demais ou aquela Espada Longa Vorpal +5 toda estribada?

Não vai me dizer que tem um Bazar Completo em cada canto de todas as masmorras do reino, né não?

09
Fev
09

Nova Magia dos Pergaminhos Negros do Edy

Já faz muito tempo que eu quero iniciar uma série de publicações de tabelas, talentos, magias, regras, sugestões e dicas que eu criei e utilizo em minhas mesas a alguns anos. É possível que uma coisa ou outra já tenha saído em algum suplemento, mas eu já digo que EU NÂO VI! São realmente algumas “regras da casa” que foram estabelecidas conforme necessárias.

As estatísticas são para D&D 3.x, mas qualquer mestre experiente pode fazer adaptações para seu sistema preferido.

Então vamos ao que interessa: A Nova Magia de Necromancia Torcicolo de Edy!

Nome: Torcicolo de Edy
Escola: Necromancia
Bar 2, Clr 3, Fet/Mag 2

Complementos: V, G, M

Tempo de Execução: 1 Ação Padrão

Alcance: Toque

Alvo/Efeito: 1 criatura tocada

Duração: 6 horas/2 níveis de classe (max 48 horas, veja descrição)

Teste de Resistência: Fortitude Anula

Componente Material/Foco: Um pedaço de madeira seca

Resumo: Deixa o alvo com um torcicolo gigantesco.

Descrição: O torcicolo é um distúrbio do pescoço caracterizado pelo enrijecimento dos músculos dessa região, fazendo com que os movimentos da cabeça se tornem muito dolorosos e limitados.

Um alvo vítima da magia “Torcicolo” perde 1d4 de destreza e deverá passar em um teste de Reflexos (CD= 10 + nível da magia + nível do conjurador) para cada movimento brusco que realizar (atacar, defender, acrobacias e o que mais o mestre julgar apropriado). Caso fracasse, levará 1d4 de dano de Concusão e ficará 1 rodada atordoado.

Em repolso absoluto, o alvo poderá realizar um novo teste de Fortitude a cada 6 horas, para tentar se livrar do efeito da magia.


Em breve, mais Conteúdo e “Regras da Casa” dos Pergaminhos Negros do Edy (assim que eu organizar aquela bagunça!)




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